O tribunal de Marco de Canaveses agendou para hoje as alegações finais do julgamento do ex-presidente da Câmara, Avelino Ferreira Torres, num processo em que está acusado de seis crimes.
As alegações finais serão proferidas pelo Ministério Público (MP), representado pelo procurador Remízio Melhorado, pela assistente no processo, representada pela advogada Luísa Loureiro e pela defesa de Avelino Ferreira Torres, a cargo de Nuno Brandão.
A assistente no processo é a antiga secretária de Avelino Ferreira Torres, Assunção Aguiar.
Entretanto, o tribunal continua sem ouvir uma testemunha arrolada pelo MP, apesar das várias tentativas da GNR para a encontrar.
Na última audiência do julgamento, o colectivo de juízes, por proposta do MP, proferiu um despacho em que ordenou à GNR a detenção da testemunha para apresentação hoje em tribunal. Na mesma sessão, o tribunal deslocou-se a alguns dos locais onde foram construídas vias públicas, obras que foram objecto de investigação pela PJ e conduziram à acusação do MP.
Estão nestas circunstâncias as vias municipais construídas em redor da quinta de Avelino Ferreira Torres, junto à cidade e noutros locais das freguesias de Tuías e Avessadas, nomeadamente um novo acesso ao santuário do Castelinho.
O antigo presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses e anunciado recandidato ao cargo, nas eleições autárquicas deste ano, está acusado de seis crimes - um de extorsão, um de corrupção, três de abuso de poder e um de peculato de uso.
in Expresso, 14/02/2009
Nota: Passagens a negrito são chamadas de atenção à leitura.
Julgamento Avelino Ferreira Torres
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 | Publicada por XMaria à(s) 04:12
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